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Correio da Manhã

Portugal
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Feira Popular de Lisboa está com obras paradas há meses

Autarquia prometeu conclusão dos trabalhos para 2018 mas terreno está ao abandono.
Rita Monteiro 9 de Novembro de 2018 às 08:39
É neste terreno, junto ao Bairro Padre Cruz, que vai nascer a nova Feira Popular de Lisboa – mas obra está atrasada
É neste terreno, junto ao Bairro Padre Cruz, que vai nascer a nova Feira Popular de Lisboa – mas obra está atrasada
É neste terreno, junto ao Bairro Padre Cruz, que vai nascer a nova Feira Popular de Lisboa – mas obra está atrasada
É neste terreno, junto ao Bairro Padre Cruz, que vai nascer a nova Feira Popular de Lisboa – mas obra está atrasada
É neste terreno, junto ao Bairro Padre Cruz, que vai nascer a nova Feira Popular de Lisboa – mas obra está atrasada
É neste terreno, junto ao Bairro Padre Cruz, que vai nascer a nova Feira Popular de Lisboa – mas obra está atrasada
A 3 de novembro de 2016 começaram as obras naquele que virá a ser o espaço da nova Feira Popular de Lisboa, em Carnide, junto ao Bairro Padre Cruz. Desde 2003 que Lisboa não tem uma feira popular e a expectativa em 2016, quando começaram as obras, era que a nova feira estaria pronta em 2018.

Neste momento, as obras estão paradas e o terreno parece estar ao abandono. Qualquer pessoa pode aceder ao local pois a vedação está destruída. Há mesmo quem tenha visto animais a pastar no local.

"Há lá cabras e ovelhas a pastar. Dizem que são de um pastor do Bairro Padre Cruz mas elas andam ali à vontade", conta um morador. O novo parque, para além de carrosséis, vai ter espaços verdes com um miradouro, uma linha de água e uma ponte pedonal.

Em fevereiro do ano passado, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, anunciou que o parque verde estaria pronto no início de 2018. Mas o ano está a acabar e o parque ainda não existe.

O CM questionou a Câmara de Lisboa se há alguma previsão para a abertura do parque verde, mas não obteve resposta.

Já sobre os terrenos da antiga Feira Popular, o Ministério Público enviou uma carta à autarquia na qual pede esclarecimentos relativamente à Operação Integrada de Entrecampos. O pedido surgiu após questões colocadas pelo CDS-PP, que alega que a edificabilidade do projeto contraria a lei.

Está prevista a construção de edifícios de escritórios, área comercial e habitação, parte dela livre e outra parte em regime de Renda Acessível. Os terrenos vão a hasta pública na segunda-feira, por 188,4 milhões de euros.
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