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Correio da Manhã

Portugal

Metro do Porto promete resolver falhas até final do mês

Anomalias foram detetadas no início do ano passado e obrigam a circulação a apenas 60 km/h.
Aureliana Gomes 25 de Janeiro de 2020 às 10:17
Descarrilamento do passado dia 2 de janeiro, em Campanhã, teve origem na falha dos patins eletromagnéticos
Metro do Porto
Metro do Porto
Metro do Porto
Descarrilamento do passado dia 2 de janeiro, em Campanhã, teve origem na falha dos patins eletromagnéticos
Metro do Porto
Metro do Porto
Metro do Porto
Descarrilamento do passado dia 2 de janeiro, em Campanhã, teve origem na falha dos patins eletromagnéticos
Metro do Porto
Metro do Porto
Metro do Porto
O descarrilamento de uma carruagem do metro na estação de Campanhã, no Porto, no dia 2 de janeiro, ficou a dever-se a uma falha nos patins eletromagnéticos - um equipamento de apoio à travagem de emergência. A confirmação é da Metro do Porto que, em comunicado, explica que o facto de um desses patins se ter soltado "esteve na origem do descarrilamento".

Este tipo de anomalia foi detetada no início de 2019 e afeta 30 veículos da frota, tendo sido imposta uma velocidade máxima de 60 quilómetros por hora, quando a velocidade máxima da rede é de 80 quilómetros.

Segundo a empresa, as composições são sujeitas a inspeções antes do início de cada viagem, além de terem os patins fixados com abraçadeiras de metal. "Essas ações foram reforçadas por outras adicionais, implementadas desde novembro de 2019", diz a Metro do Porto.

O problema parece ter agora fim à vista. "Até ao final de janeiro, a questão dos patins eletromagnéticos deve estar definitivamente solucionada em todos os 30 veículos da frota Tram-train, podendo ser levantadas as limitações de velocidade e as ações inspetivas impostas", explica a empresa, que reforça que os patins não são os travões das composições do metro, mas sim "um apoio à travagem de emergência". Quando as composições estiverem reparadas, vão poder retomar a referida velocidade máxima da rede - 80 km/h.

A investigação às causas da falha e o trabalho de resolução do problema têm decorrido com o apoio do Instituto da Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Industrial da Universidade do Porto. A Metro do Porto deixa ainda a certeza que a segurança no transporte das 250 mil pessoas por dia "está totalmente assegurada".
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