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Correio da Manhã

Portugal
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Molhe de Vila Real de Santo António danificado pelos temporais requalificado

Estrutura ficou parcialmente destruída após a forte ondulação do inverno passado.
14 de Setembro de 2018 às 08:43
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
Farolim que estava no molhe foi arrastado pelo mar na sequência do temporal do inverno passado
A violenta ondulação do inverno passado, que fez estragos nas frentes de mar e nas estruturas de praias de várias localidades algarvias, de Sotavento a Barlavento, deixou destruído parte do molhe de Vila Real de Santo António. Para além dos danos na estrutura, o farolim também acabou por ser arrastado pelo mar, obrigando a Autoridade Marítima local a instalar um farolim provisório e fazer um alerta à navegação, que ainda se encontra em vigor. O Ministério do Mar vai agora proceder à requalificação do molhe.

"A obra tem por objetivo reforçar a estrutura anteriormente existente, ao nível da camada de proteção exterior da cabeça do quebra-mar, bem como a estrutura do farolim aí instalado, repondo as condições de segurança para a navegação e a estabilidade estrutural do molhe de proteção", avançou o Ministério do Mar, acrescentando que, "reparam-se, desta forma, os danos causados pelas tempestades dos últimos invernos, de características mais gravosas do que é habitual, que originaram ruturas sucessivas na cabeça da estrutura".

A Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos já adjudicou a empreitada de recuperação, após realização do procedimento de contratação, pelo valor de cerca de 500 mil euros.

Assim, os trabalhos deverão arrancar em breve e têm um prazo de execução de pouco mais de três meses, estando previsto ficarem concluídos até ao final deste ano.

Esta intervenção surge depois do investimento de 1,3 milhões de euros na reparação da Barra de Tavira, concluído em 2017, pelo Ministério do Mar.
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