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Correio da Manhã

Portugal
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Mosteiro de Refojos afasta aves da fachada

Conservação e restauro em intervenção de 265 mil euros que inclui torres sineiras .
Fátima Vilaça 3 de Agosto de 2017 às 08:29
Mosteiro de S. Miguel de Refojos assumiu relevância enquanto templo beneditino, no século XII, e foi construído de raiz
Mosteiro de S. Miguel de Refojos
Mosteiro de S. Miguel de Refojos
Mosteiro de S. Miguel de Refojos assumiu relevância enquanto templo beneditino, no século XII, e foi construído de raiz
Mosteiro de S. Miguel de Refojos
Mosteiro de S. Miguel de Refojos
Mosteiro de S. Miguel de Refojos assumiu relevância enquanto templo beneditino, no século XII, e foi construído de raiz
Mosteiro de S. Miguel de Refojos
Mosteiro de S. Miguel de Refojos
A fachada principal e as torres sineiras da igreja do Mosteiro de Refojos, em Cabeceiras de Basto, vão ser alvo de uma intervenção, em breve, para conservação e restauro.

A câmara municipal já lançou o concurso público e a obra, orçada em mais de 265 mil euros, inclui a colocação de sistemas de afastamento de aves.

A empreitada agora lançada, e que deverá estar concluída no prazo de sete meses, junta-se a outra, já em execução, e que inclui a beneficiação das coberturas da igreja e ala nascente do mosteiro, bem como a reabilitação de vãos e pinturas das fachadas nascente e sul.

"Apesar de a igreja ser património do Estado, a câmara municipal assume esta responsabilidade de zelar pela conservação do imóvel que consideramos um bem único, de caráter excecional", explicou ao CM o autarca Francisco Alves.

Com origem no século VII, o Mosteiro de S. Miguel de Refojos ganhou importância enquanto templo beneditino no século XII, estando ligado à fundação de Portugal.

É o único dos 29 mosteiros beneditinos portugueses que foi construído de raiz, segundo os cânones da arte barroca, sendo também o único com um zimbório monumental.

O mosteiro, além da igreja, integra os Paços do Concelho e o Externato de S. Miguel de Refojos - este último património da Arquidiocese de Braga.

A Câmara de Cabeceiras de Basto está empenhada na classificação do mosteiro como Património Mundial da UNESCO.

"Acreditamos no sucesso desta candidatura e, por isso, continuamos a trabalhar na conservação, restauro e valorização deste património", sublinhou o autarca.
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