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Correio da Manhã

Portugal

Obras na foz do rio Alcoa vão custar quatro milhões

Molhe encontra-se em mau estado e não é suficiente para suster as águas e evitar inundações.
Edgar Nascimento e Catarina Cardeta 30 de Dezembro de 2018 às 12:01
Reparação do molhe da foz do rio Alcoa, deteriorado há muitos anos, deverá arrancar até meados do próximo ano
Reparação do molhe da foz do rio Alcoa, deteriorado há muitos anos, deverá arrancar até meados do próximo ano
Reparação do molhe da foz do rio Alcoa, deteriorado há muitos anos, deverá arrancar até meados do próximo ano
Reparação do molhe da foz do rio Alcoa, deteriorado há muitos anos, deverá arrancar até meados do próximo ano
Reparação do molhe da foz do rio Alcoa, deteriorado há muitos anos, deverá arrancar até meados do próximo ano
Reparação do molhe da foz do rio Alcoa, deteriorado há muitos anos, deverá arrancar até meados do próximo ano
A reparação do molhe da foz do rio Alcoa "deverá arrancar até meados de 2019". A obra, que traduz um investimento de quatro milhões de euros, foi anunciada pela Câmara da Nazaré de acordo com as informações da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

O presidente da autarquia, Walter Chicharro, descreve a intervenção no molhe do rio como "essencial". "O molhe encontra-se deteriorado há muitos anos e é insuficiente para suster as águas sem inundar os terrenos agrícolas", salienta.

Em reunião com a APA, o município revela ainda que foi assinado um contrato de cooperação que estabelece a participação das duas entidades na limpeza da embocadura do rio, em terrenos concelhios.

No total serão aplicados 10,5 milhões, em 15 intervenções orçadas em 700 mil euros cada, como resposta à ameaça a pessoas e bens causada pelo assoreamento da foz do Alcoa.

O autarca explica que a embocadura do rio é "constantemente obstruída com a deposição de sedimentos". Uma ‘barreira’ que é responsável pela "subida do nível freático" dos lençóis de água, pela "salinização da água utilizada na rega das culturas" e pela "exposição das zonas de menor cota a inundações".

Foi ainda decidido que o plano da APA para a sustentação das arribas do Sítio será alargado à arriba sobre o túnel do ascensor.

Segundo Walter Chicharro, a reabilitação da arriba vai ser feita pela APA em coordenação com o município, devido à paragem do ascensor.

Apesar de a previsão ser de seis meses, a autarquia quer reduzir para dois meses e conciliar a obra com o funcionamento do elevador.
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