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Correio da Manhã

Portugal
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Protesto contra fecho da Segurança Social

População de S. Bartolomeu de Messines e autarcas temem fecho definitivo.
Ana Palma 28 de Dezembro de 2017 às 08:34
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
População de S. Bartolomeu de Messines, que ontem protestou, teme ter de passar a ir à Segurança Social em Silves
Dezenas de pessoas, na sua maioria idosas, protestaram esta quarta-feira de manhã , em S. Bartolomeu de Messines, no concelho de Silves, contra o encerramento do balcão da Segurança Social (SS) local. Este encontra-se fechado até ao final do ano mas a população e os órgãos autárquicos temem que a situação se possa tornar definitiva em 2018.

O balcão encontra-se encerrado "de 19 a 29 de dezembro", informa um cartaz colocado na porta da SS. De acordo com Luísa Conduto Luís, vereadora da Ação Social da Câmara de Silves, a situação deve-se à falta de pessoal. "Uma das funcionárias está de baixa e a outra de férias. Ainda tentámos substituir uma, mas sem sucesso", explicou.

A autarca adianta que há a indicação de que o serviço venha a "abrir apenas dois dias por semana", o que é considerado "inaceitável", sobretudo porque "serve uma população bastante idosa" e até de outras localidades.

"A situação causa transtorno aos utentes e receamos que este seja o primeiro passo para o encerramento definitivo do serviço", referiram, por sua vez, Carla Benedito e Bruno Luz, da junta de freguesia local.

"Se a Segurança Social fechar aqui ou se ficar a funcionar apenas dois dias por semana, como já se tem falado, se calhar vamos ter de ir tratar dos nossos assuntos a Silves ou até a Faro", observou um empresário local, também presente no protesto.

A situação já levou o PCP, através do deputado Paulo Sá, a questionar o Governo sobre o possível fecho daquele balcão da Segurança Social.

O espaço já perdeu, aliás, os serviços de tesouraria, ficando apenas o atendimento, apurou o CM.
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