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Correio da Manhã

Portugal
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Quatro candidatos para substituir Luís Gomes em Vila Real de Santo António

Lei de limitação de mandatos não permite que atual presidente se recandidate ao lugar.
Tiago Griff 17 de Setembro de 2017 às 09:31
Álvaro Leal é candidato da CDU
Conceição Cabrita é atual vice-presidente
António Murta já ocupou lugar
Celeste Santos avança pelo BE
Câmara é liderada pelo PSD há 12 anos
Álvaro Leal é candidato da CDU
Conceição Cabrita é atual vice-presidente
António Murta já ocupou lugar
Celeste Santos avança pelo BE
Câmara é liderada pelo PSD há 12 anos
Álvaro Leal é candidato da CDU
Conceição Cabrita é atual vice-presidente
António Murta já ocupou lugar
Celeste Santos avança pelo BE
Câmara é liderada pelo PSD há 12 anos
Impedido de se candidatar novamente devido à lei da limitação de mandatos, o social democrata Luís Gomes, de 44 anos, há 12 anos a ocupar o cargo de presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, vai candidatar-se à assembleia municipal do concelho vizinho de Castro Marim, deixando o lugar vazio e com quatro pretendentes: a atual vice-presidente Conceição Cabrita (PSD), António Murta (PS), Celeste Santos (BE) e Álvaro Leal (CDU).

Na "perspetiva da continuidade", Conceição Cabrita, professora de 50 anos, lembra "a obra feita" e garante que vai "trabalhar para as pessoas".

"Vamos ter mais descentralização, com atendimento da autarquia nas juntas de freguesia, mudar os circuitos do autocarro social e gerar postos de trabalho ao apostar no turismo", promete a atual vice presidente da câmara de Vila Real de Santo António.

António Murta, engenheiro reformado, de 69 anos, e presidente da autarquia entre 1985 e 1993 e entre 1997 e 2005, quer "extinguir o estacionamento pago na cidade, que tem prejudicado muito os comerciantes" e apostar na "limpeza pública" e "nas micro empresas para desenvolver a criação de emprego".

O foco é "no turismo e comércio", garante.

Celeste Santos, do BE, 53 anos, formadora de profissão, elege como prioridades fazer "auditorias à autarquia e à empresa municipal, SGU", na perspetiva de redução das dívidas, e a criação de emprego: "A hotelaria e restauração não consegue garantir o trabalho de qualidade com direitos. Vamos apostar na pesca e na agricultura".

O CM não conseguiu contactar Álvaro Leal, da CDU.
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