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Correio da Manhã

Portugal
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RIAS pede ajuda para salvar e tratar animais

Centro recebeu 649 animais em apenas dois meses e equipamentos estão desgastados.
Ana Palma 21 de Agosto de 2017 às 08:48
Últimas aves libertadas foram duas andorinhas-dos-beirais e duas andorinhas-das-chaminés que caíram dos ninhos
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Últimas aves libertadas foram duas andorinhas-dos-beirais e duas andorinhas-das-chaminés que caíram dos ninhos
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Últimas aves libertadas foram duas andorinhas-dos-beirais e duas andorinhas-das-chaminés que caíram dos ninhos
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens
O RIAS - Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens, em Olhão, está a precisar, com urgência, de renovar os seus equipamentos e material usado para resgatar animais, tendo lançado um apelo nesse sentido.

"Os meses de verão são sempre os mais atarefados aqui no RIAS. Recebemos centenas de animais num curto espaço de tempo. O desgaste no nosso material é notório e precisamos da vossa ajuda para continuarmos a poder fazer o nosso trabalho", refere a direção do RIAS no apelo lançado à população, esclarecendo que neste momento são necessários "camaroeiros grandes, mangueiras, carrinhos de mão, galochas, cadeados e transportadoras de animais".

Só na primeira semana deste mês estavam em recuperação no Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens, em Olhão, 157 animais, entre os quais águias, corujas, falcões, cegonhas, ouriços-cacheiros, cágados, andorinhas e até uma lontra.

Desde janeiro, segundo os registos do RIAS, já ali tinham dado entrada 1100 animais. Só nos últimos dois meses, o centro recebeu 649, uma média de 11 por dia, dos quais 202 foram devolvidos à natureza. Este número corresponde a "58% de todos os ingressos do ano".

As últimas aves a serem libertadas foram duas andorinhas-dos-beirais e duas andorinhas-das-chaminés, que foram esta semana devolvidas à natureza. As aves tinham sido encontradas após terem caído do ninho e foram recuperadas.

O centro tem apenas cinco técnicos e conta com o apoio de voluntários e donativos de particulares e empresas.
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