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Correio da Manhã

Portugal
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Secundária de Alpendorada há dois anos à espera de empreitada

Intervenção prevista pelo Ministério da Educação aguarda por visto do Tribunal de Contas.
Manuel Jorge Bento 12 de Janeiro de 2018 às 08:53
Escola Secundária de Alpendorada necessita de uma intervenção urgente desde o inverno do ano letivo 2015/16
Escola Secundária de Alpendorada necessita de uma intervenção urgente desde o inverno do ano letivo 2015/16 FOTO: Direitos Reservados
O piso da sala de convívio da Escola Secundária de Alpendorada, Marco de Canaveses, abateu no inverno do ano letivo 2015/16 e as paredes de alguns espaços do estabelecimento de ensino foram ganhando fissuras. Desde então, a comunidade escolar e o município pedem uma intervenção urgente.

Questionado pelo CM, o Ministério da Educação indicou que "decorrem os procedimentos administrativos necessários, que incluem visto do Tribunal de Contas, para iniciar os trabalhos, o que, espera-se, decorrerá a breve prazo".

Fonte da Câmara de Marco de Canaveses referiu que, "apesar de a autarquia não ser responsável pela manutenção da escola secundária, tem feito pressão junto das entidades competentes para que a situação seja resolvida", quer pelo anterior executivo, de Manuel Moreira, quer pela atual equipa municipal, de Cristina Vieira, através de contactos frequentes com a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) da região Norte e até com o Tribunal de Contas, no sentido de garantir a celeridade do processo burocrático.

Alunos, encarregados de educação e toda a comunidade escolar mantêm-se preocupados com a demora no arranque da intervenção.

"A única coisa que fizeram nestes anos foi meter umas escoras metálicas a segurar o tecto do bloco afetado, onde fica inserida a zona de convívio dos alunos, servindo as mesmas escoras para ir adiando o início das obras e afetando o dia a dia dos alunos, que estão privados do acesso a um espaço de convívio", afirmou ao CM o familiar de um estudante, de 15 anos, da Escola Secundária de Alpendorada.
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