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Correio da Manhã

Portugal
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Trabalhadores do Centro de medicina e reabilitação de Cantanhede em protesto

Colaboradores reclamam precariedade e falta de vínculo laboral.
Paula Gonçalves 11 de Julho de 2018 às 10:35
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
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Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
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Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Profissionais manifestaram-se em frente ao Centro de Medicina de Reabilitação e, por momentos, cortaram a EN109
Trabalhadores precários do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro (Rovisco Pais), na Tocha, Cantanhede, saíram esta terça-feira à rua em protesto pela falta de vínculo laboral, no primeiro de dois dias de greve.

A manifestação à entrada da unidade de saúde e que levou ainda ao corte momentâneo da EN109 - quando os manifestantes atravessaram a via e ali permaneceram por minutos - envolveu cerca de meia centena de profissionais.

Contudo, são 81 os trabalhadores, entre assistentes operacionais e técnicos superiores de diagnóstico, que se encontram nesta situação.

"Há trabalhadores com vínculo ilegal há 15 anos. Sem eles, o Rovisco Pais não funcionaria", garante José Dias, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Centro. Representam "quase 50% do total de trabalhadores de quatro carreiras", sem incluir enfermeiros e médicos, adianta o dirigente.

Os colaboradores estão a aguardar a abertura do concurso para a regularização da situação laboral. "Todas as unidades de saúde já abriram concurso para os precários e, neste caso, a situação mantém-se e não se percebe a razão, nem de quem é a culpa do atraso", lamenta José Dias.

Daniela Silva, uma das manifestantes, lembrou, em declarações à Lusa, que os requerimentos dos precários foram avaliados pela Comissão de Avaliação Bipartida da Saúde há sete meses, tendo os processos sido aceites e homologados, mas os concursos não abriram.

Se a situação não for resolvida até ao final do mês, os trabalhadores garantem que vão pedir explicações aos ministérios das Finanças e da Saúde. 
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