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Correio da Manhã

Portugal
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Turistas maravilhados com ‘Veneza do Algarve’

Fenómeno natural que acontece todos os anos está a tornar-se num postal turístico.
Rui Pando Gomes e Ana Palma 30 de Setembro de 2019 às 08:22
Esplanadas na Praça Rainha D. Leonor ficaram inundadas
Praça Rainha D. Leonor inundada
Praça Rainha D. Leonor inundada
Praça Rainha D. Leonor inundada
Esplanadas na Praça Rainha D. Leonor ficaram inundadas
Praça Rainha D. Leonor inundada
Praça Rainha D. Leonor inundada
Praça Rainha D. Leonor inundada
Esplanadas na Praça Rainha D. Leonor ficaram inundadas
Praça Rainha D. Leonor inundada
Praça Rainha D. Leonor inundada
Praça Rainha D. Leonor inundada

Várias zonas ribeirinhas da região do Algarve ficaram este domingo inundadas na sequência da maior maré do ano. Apesar de não terem sido registados prejuízos, o fenómeno natural colocou em alerta diversos meios dos bombeiros e da Proteção Civil.

Um dos locais onde a água invadiu as ruas e praças foi na vila de Ferragudo, no concelho de Lagoa, que já é considerada pelos turistas como a ‘Veneza do Algarve’. "Nunca na minha vida passei por uma experiência como esta e já viajei pelo Mundo todo. Estou a adorar porque o cenário é fantástico", referiu ao CM uma turista brasileira, enquanto bebia uma cerveja numa esplanada da Praça Rainha D. Leonor, que ficou inundada. Já um casal português de férias no Algarve revelou que a água estava com "uma temperatura muito boa" e só era pena "não ser possível dar mergulhos".

Apesar da água ter invadido a praça, as esplanadas estavam cheias e os empregados tiveram que servir à mesa descalços. "Já que nós não vamos ao mar por falta de tempo, o mar veio ter connosco", disse em tom de brincadeira um funcionário. "É um fenómeno que acontece todos os anos e que já se está a tornar num postal turístico", referiu o ex-presidente da Junta de Freguesia Luís Alberto.

Em Portimão, a subida da maré causou igualmente pequenas inundações, nomeadamente na rua Júdice Biker, na Estrada da Rocha e em Alvor, sem provocar prejuízos. O mesmo cenário foi vivido em algumas ruas da cidade de Tavira e em Olhão. A norte, em Ofir, Esposende, também houve subida das águas, com duas viaturas imobilizadas numa estrada que ficou submersa. 

Veneza Algarve Proteção Civil questões sociais
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