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Correio da Manhã

Portugal
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Vieira do Minho exige obras em via estragada

Passagem intensa de camiões para estaleiro destruiu estrada municipal e autarquia quer repavimentar acesso.
Liliana Rodrigues e Fátima Vilaça 6 de Junho de 2017 às 09:05
Camiões continuam a passar na estrada, muito danificada, apesar de o sinal de proibido estar agora instalado
Camiões continuam a passar na estrada, muito danificada, apesar de o sinal de proibido estar agora instalado
Camiões continuam a passar na estrada, muito danificada, apesar de o sinal de proibido estar agora instalado
Camiões continuam a passar na estrada, muito danificada, apesar de o sinal de proibido estar agora instalado
Camiões continuam a passar na estrada, muito danificada, apesar de o sinal de proibido estar agora instalado
Camiões continuam a passar na estrada, muito danificada, apesar de o sinal de proibido estar agora instalado
A Câmara Municipal de Vieira do Minho exige que a Estrada Municipal 595, que dá acesso ao estaleiro da obra de construção do Descarregador de cheias da Caniçada, seja reparada pela empresa responsável pela empreitada. Mas a EDP terá informado a autarquia de que a responsabilidade do pavimento - totalmente destruído devido à passagem intensa de camiões - deve ser imputada à Mota Engil, que está a realizar a obra. O autarca António Cardoso diz que "está a acontecer o jogo do empurra de responsabilidades".

A Estrada Municipal 595 está em muito mau estado e já teve de ser alvo de vários remendos nos últimos meses, devido à passagem diária de dezenas de camiões que carregam materiais pesados. A licença emitida pela autarquia, que permitia o acesso ao estaleiro a veículos pesados de mercadorias, já terminou, mas os camiões continuam a usar o acesso, apesar do sinal a proibir a passagem.

"Solicitamos à EDP, empresa responsável pela empreitada, apoio financeiro para repavimentar a via, que ficou muito danificada devido à passagem dos camiões. Mas a EDP informou-nos de que é à Mota Engil, que está a realizar a obra no terreno, que devemos solicitar o arranjo", começa por explicar o autarca de Vieira do Minho.

"Solicitámos, então, à Mota Engil o arranjo, mas não obtivemos uma respostas positiva. É o jogo do empurra, ninguém assume as responsabilidades e, enquanto isso, a estrada está em muito mau estado", diz António Cardoso, disposto a endurecer a luta.

O CM tentou obter uma reação da EDP e da Mota Engil, sem sucesso até ao fecho da edição.
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