Ex-diretor do Museu da Presidência acusado de peculato, falsificação e branqueamento

MP diz que dirigente utilizou a sua posição para obter vantagens patrimoniais e não patrimoniais indevidas.
Por Lusa|17.05.18
O Ministério Público acusou esta quinta-feira o antigo diretor do Museu da Presidência da República, Diogo Gaspar de participação económica em negócio, falsificação de documento, peculato, tráfico de influência e branqueamento de capitais.

A informação consta da página na internet da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), que adianta ter acusado quatro arguidos, entre os quais o ex-diretor do Museu da Presidência (Diogo Gaspar), por abuso de poder, participação económica em negócio, falsificação de documento, peculato, tráfico de influência e branqueamento de capitais.

Entende o MP que "está suficientemente indiciado que entre 2004 e 2016, o arguido que exercia funções no Museu da Presidência da República (MPR) utilizou a sua posição, funções e atribuições e para obter vantagens patrimoniais e não patrimoniais indevidas, em seu benefício e de terceiros".

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