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Artigo exclusivo

Mão humana na origem de 70% dos incêndios em Portugal

Menos ocorrências mas mais área ardida em comparação com o ano passado. 27% são crime de fogo posto.

05 de agosto de 2020 às 01:30

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Pedro Brutt Pacheco
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Até agora, 2020 apresenta-se como o ano em que há menos incêndios na última década mas é o quarto mais alto a nível de área ardida. Isto significa que, tendo havido menos incêndios, os mesmos causaram mais danos. Cinco incêndios provocaram a destruição de uma área superior a mil hectares. Aconteceram em Oleiros (destruíram 5570 hectares), Vila Verde da Raia, Chaves (2560), Castro Verde (2382) Bordeira, Aljezur (2303) e Sobral de São Miguel, Covilhã (1040 hectares).

O distrito que regista mais ignições é o do Porto, com 1474, seguindo-se os de Braga e Aveiro, com 462 e 384 incêndios, respetivamente. No que respeita às consequências, é o distrito de Castelo Branco que lidera a lista negra com 7248 hectares de área destruída pelas chamas, o que corresponde a 29 por cento da área total queimada. Os distritos de Vila Real, com 3255 hectares de área destruída, e o de Faro, com 2906, completam o pódio. No lado oposto, os distritos com menos área destruída pelas chamas são o de Leiria (com 92 hectares) Aveiro (89) e Setúbal (103).

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