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Artigo exclusivo

Piloto de helicóptero abandona militares da GNR no fogo em Mourão

Três GNR que foram para o terreno sofreram queimaduras graves. João Carraça ficou com incapacidade de 77%.

29 de novembro de 2021 às 01:30

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João Carraça com os camaradas do GIPS da GNR, que fazem parte da Equipa Helitransportada de Ataque Inicial ao incêndio,   no interior do helicóptero
João Carraça com os camaradas do GIPS da GNR, que fazem parte da Equipa Helitransportada de Ataque Inicial ao incêndio, no interior do helicóptero Direitos Reservados
O INEM fez uma intervenção de socorro no local onde as chamas lavraram
O INEM fez uma intervenção de socorro no local onde as chamas lavraram Hugo Rainho
João Carraça nos cuidados médicos no hospital
João Carraça nos cuidados médicos no hospital Direitos Reservados
João Carraça no chão, após ter sido atacado pela violência das chamas no fogo em Mourão, no Alentejo, no final de agosto de 2018
João Carraça no chão, após ter sido atacado pela violência das chamas no fogo em Mourão, no Alentejo, no final de agosto de 2018 Direitos Reservados
João Carraça com incapacidade de 77%
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O Ministério Público (MP) da Comarca de Évora acusou o piloto de helicóptero José Leitão, da Heliportugal, de ser responsável pelas queimaduras causadas pelas chamas a três militares da GNR no incêndio de Mourão, em agosto de 2018. João Carraça, José Ferreira e Carlos Fernandes ficaram com lesões graves e permanentes no corpo. O MP acusou também um trabalhador agrícola, José Fontes, de ser o culpado pelo deflagrar do fogo.

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