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Homem confessa ‘crime perfeito’ onze anos depois por sentir remorsos por ter matado amigo

Manuel Costa, de 57 anos, usou uma caçadeira e enterrou o corpo num pinhal. Arrisca até 16 anos de prisão.

19 de abril de 2022 às 01:30
Homem confessa ‘crime perfeito’ onze anos depois por sentir remorsos de ter matado amigo

A pretexto de testar uma caçadeira de dois canos sobrepostos que João Paulo Azevedo queria vender, Manuel Costa atraiu o amigo até um pinhal isolado, em Landim, Vila Nova de Famalicão, onde, com um único disparo na cabeça, executou o amigo. Fugiu do local, atirou a arma para um ribeiro e, no dia seguinte, voltou para enterrar o cadáver. O crime aconteceu “no verão de 2006 ou 2007”, diz o Ministério Público sem conseguir precisar, mas só foi descoberto quando em 2018, por remorsos, Manuel Costa o confessou. O arguido, que inicialmente estava acusado de homicídio qualificado (punível até 25 anos), vai agora ser julgado por homicídio simples e arrisca até um máximo de 16 anos de prisão. Isto porque a defesa recorreu e o Tribunal de Instrução Criminal de Guimarães deu-lhe razão.

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