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Correio da Manhã

Portugal

À PROCURA DE CULPADOS

O ministro da Educação quer saber de quem é a responsabilidade dos erros constantes nas listas provisórias de graduados e excluídos do concurso nacional de professores, “a responsabilidade está a ser apurada”, até porque “os erros são sempre humanos”, refere fonte do Ministério da Educação (ME), que acrescenta que “até as escolas podem ter errado”.
5 de Maio de 2004 às 00:00
Desde a divulgação das listas – na noite de domingo – que têm ‘chovido’ reclamações nos serviços do ME, nas Direcções Regionais de Educação e nas escolas. As listagens já estavam prontas desde 9 de Abril.
Apesar de não se comprometer com números, o ME não refuta a cifra avançada pelos sindicatos do sector – 40 mil docentes excluídos do concurso, muitos dos quais irregularmente. “Tem de se fazer o levantamento, a análise e o apuramento do que se passa”, esclarece o ME.
“O Ministério não pensa no passado, apenas no futuro”, frisou, acrescentando que “é bom que reclamem já nesta primeira vaga”, até sexta-feira. Para este mês está prevista a divulgação de outra lista provisória.
O PS entende que o problema “não pode nem deve ser entendido como o resultado de um mero erro informático”. Já o PCP requereu a presença de David Justino no Parlamento, “com a máxima urgência”.
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