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Correio da Manhã

Portugal
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Advogados defendem libertação da mãe que abandonou filho no lixo: "Teve o bebé na rua, ao frio e à chuva"

Argumentos usados pela defesa de Sara passam pelo contexto social em que a rapariga de 22 anos vivia.
13 de Novembro de 2019 às 13:59
Sítio onde Sara vivia.
Recém-nascido encontrado num caixote do lixo em Lisboa
Sítio onde Sara vivia.
Recém-nascido encontrado num caixote do lixo em Lisboa
Sítio onde Sara vivia.
Recém-nascido encontrado num caixote do lixo em Lisboa

O grupo de advogados que apresentou no Supremo Tribunal de Justiça um pedido de habeas corpus, ou seja, libertação imediata, da jovem que abandonou o filho recém-nascido num contentor do lixo, em Lisboa, considera que Sara agiu influenciada pelo "stress pós-traumático" provocado pelo parto.

Os argumentos usados pela defesa de Sara passam pelo contexto social em que a rapariga de 22 anos, de nacionalidade cabo-verdiana, vivia. Os advogados defendem ainda que prisão preventiva como medida de coação é "profundamente ilegal", segundo avança a revista Sábado.
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