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Correio da Manhã

Portugal
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Agressões contra vigilantes duplicam

Nos últimos três anos, 13 seguranças privados foram agredidos, mas a violência contra estes vigilantes disparou desde o início deste ano, com sete pessoas a sofrerem agressões.
10 de Setembro de 2008 às 11:48
Alguns seguranças optam por não apresentar queixa
Alguns seguranças optam por não apresentar queixa FOTO: Rui Pando Gomes

De acordo com os dados da Associação Nacional de Vigilantes (ANV), em 2005 foi agredido um segurança privado, em 2006 dois e em 2007 três. Os números de 2008, mostram uma duplicação do número de casos em relação ao conjunto dos três anos anteriores.

A maioria das agressões registadas desde Janeiro ocorreu na zona do Porto.

Rui Silva, presidente da ANV, alertou para o facto de os números reais serem superiores, uma vez que muitos vigilantes optam por não apresentar queixa nas forças policiais e as empresas não quiseram torná-los públicos.

Segundo o mesmo responsável, os vigilantes são normalmente agredidos quando estão a trabalhar sozinhos e têm que intervir quando um grupo de pessoas provoca desacatos.

Rui Silva defendeu ainda o uso de arma por parte destes profissionais, uma vez que actualmente não usam qualquer arma de defesa.    

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