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AIMA abre inquérito interno após buscas da PJ em Ponta Delgada

AIMA realça que buscas aconteceram "exclusivamente" na loja de Ponta Delgada, "não tendo ocorrido em quaisquer outras instalações ou serviços".

30 de abril de 2026 às 18:34

A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) confirmou esta quinta-feira buscas da Polícia Judiciária (PJ) na loja em Ponta Delgada e anunciou a instauração de um inquérito interno, prometendo "total colaboração" com as autoridades.

Em comunicado, a AIMA confirma a "realização de diligências" por parte da PJ na loja em Ponta Delgada, nos Açores, na quarta-feira, "no âmbito de um processo em investigação pelas autoridades judiciárias".

"No âmbito das suas competências administrativas, a AIMA determinou a instauração de um inquérito interno relacionado com a Loja AIMA de Ponta Delgada, sem prejuízo dos procedimentos judiciais em curso", anuncia.

Aquela agência garante que "tem prestado e continuará a prestar total colaboração às autoridades competentes e à administração da justiça", considerando-se "parte especialmente interessada no total esclarecimento dos factos e cumprimento da lei".

A AIMA realça também que as buscas aconteceram "exclusivamente" na loja de Ponta Delgada, "não tendo ocorrido em quaisquer outras instalações ou serviços".

A PJ dos Açores realizou buscas na AIMA no âmbito da operação "Linha Direta", que investiga crimes de abuso de poder, recebimento indevido de vantagem e corrupção.

Em comunicado, a PJ revela que aquela operação visou o "cumprimento de nove mandados de busca, incluindo três em residências e três em instalações de um instituto público", que permitiram a "apreensão de um relevante acervo documental, especialmente de dados informáticos e correspondência eletrónica".

No comunicado, a PJ adianta estar a investigar "crimes de abuso de poder, recebimento indevido de vantagem e de corrupção", tendo a operação sido realizada no âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Comarca dos Açores.

"Em causa estão suspeitas da prática de atos ilícitos por funcionários públicos, consistindo na atribuição indevida de prioridade a determinados atendimentos e ao tratamento de processos, mediante contrapartidas de natureza patrimonial", lê-se na nota da PJ enviada às redações.

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