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Correio da Manhã

Portugal
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Ex-namoradas homicidas do Algarve pedem ADN de inspetores da PJ para comparar a novos vestígios

Terão sido encontradas duas beatas no carro de Diogo Gonçalves, assassinado e desmembrado, que não correspondem aos envolvidos no crime.
Tiago Griff 7 de Abril de 2021 às 13:41
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Ex-namoradas homicidas do Algarve pedem ADN de inspetores da PJ para comparar a novos vestígios

A defesa de Maria Malveiro, uma das ex-namoradas suspeitas de matar e desmembrar o corpo de Diogo Gonçalves, de 21 anos, no Algarve, interpôs novo requerimento ao Tribunal de Portimão, pedindo o perfil de ADN dos inspetores da PJ que estiveram a cargo do caso.

Segundo apurou o CM, o pedido surge após terem sido encontrados dois perfis de ADN, em duas beatas de cigarro que estavam no interior do carro de Diogo Gonçalves (usado pelas alegadas homicidas para transportar o corpo desmembrado), com o objetivo de se despistar eventual envolvimento de uma terceira pessoa.

Este pedido surge numa altura em que o caso está perto do fim, tendo a última sessão ficado marcada pelo adiamento do julgamento, por ter sido encontrado ADN de outro homem, que não Diogo Gonçalves, na faca que foi usada para desmembrar o jovem no Algarve, e que é uma das provas-chave no caso.

As duas suspeitas do crime, Maria e Mariana, que entretanto terminaram a relação na cadeia, mudaram completamente a versão dos acontecimentos que contaram em primeiro interrogatório e, agora, atiram as culpas uma para a outra pelo macabro crime.

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