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Correio da Manhã

Portugal
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Traficante de bebés expulso do País

Angolano foi sujeito à ordem de expulsão do território nacional.
Miguel Curado 1 de Abril de 2019 às 16:03
Inspetor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
SEF
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Inspetor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
SEF
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Inspetor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
SEF
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O traficante de seres humanos preso no passado domingo de manhã pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, pouco depois de aterrar em solo português com três bebés e duas mulheres angolanas, nem sequer foi interrogado por um juiz.

Por decisão de uma procuradora do Ministério Público, o homem, também angolano, foi sujeito a Termo de Identidade e Residência. Apesar das suspeitas da prática do crime de auxílio à imigração ilegal, e de falsificação de documentos, foi sujeito à ordem de expulsão do território nacional.

As duas mulheres que o acompanhavam,  mães dos três bebés que foram intercetados pelo SEF no Aeroporto de Lisboa, foram enviadas, por decisão da mesma procuradora, para o Centro de Acolhimento Provisório de Refugiados, na Bobadela, Loures. Será neste local que aguardarão decisão, da direção do SEF, para os pedidos de asilo humanitário a Portugal que formularam.

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