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Alfarrobas de idosa furtadas

Helena Corneta, uma viúva de 91 anos que reside junto à desactivada fábrica de Óleos e Bagaços, em Loulé, tem por hábito apanhar as alfarrobas de duas árvores do seu quintal. Ainda activa e lúcida, a idosa faz questão de ensacar os frutos e guardá-los no armazém da habitação, na rua dos Canos.<br/><br/>

20 de outubro de 2010 às 00:30

Anteontem de manhã, aproveitando a surdez da idosa, a casa foi assaltada e foram furtadas cinco sacas de alfarrobas, uma aparelhagem, um amplificador e ainda um leitor de CD. "Estava sozinha no primeiro andar e não ouvi nada", conta Helena Corneta, que agora receia ficar em casa sem companhia.

Gabriel Pinguinha, filho da idosa, percebeu logo que o armazém tinha sido arrombado. "Um vizinho, cerca das 10h30, viu um indivíduo transportar um carrinho de compras de supermercado com as aparelhagens e as sacas", revela Gabriel Pinguinha, que foi no rasto do assaltante. "Descobri que vendeu as alfarrobas num armazém. Telefonei três vezes para o posto da GNR de Loulé, mas, passadas mais de 24 horas, ainda ninguém foi ao local", queixa-se.

Fonte do Comando da GNR na região explica ao Correio da Manhã que "não foi possível responder de imediato à queixa porque se registaram muitas ocorrências e que quando os militares lá foram, à tarde, não encontraram o queixoso, que agora terá de formalizar a queixa no posto".

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