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Correio da Manhã

Portugal
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ALMADA CONTESTA METRO

Moradores de Almada contestam a passagem do futuro metro de superfície da Margem Sul do Tejo (MST) pelo centro da cidade, alegando problemas de segurança, circulação, estacionamento e poluição e exigem a alternativa subterrânea.
23 de Setembro de 2002 às 23:16
Numa exposição dirigida ao presidente do Instituto do Ambiente (IA) no âmbito da consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental do projecto de execução da primeira fase do MST, que termina no dia 1 de Outubro, um grupo de cidadãos considera "muito gravosa" a circulação do metro à superfície no centro da cidade.

Segundo os moradores, é perigoso que o percurso fixado coincida com o eixo viário principal existente, “que constitui a única via de escoamento de tráfego rápido ao longo da cidade de Almada", lembram.

Um dos elementos do grupo de cidadãos, Garção Oliveira, disse à Agência Lusa que a alternativa reclamada é o metro ser subterrâneo entre Cacilhas e o Centro/Sul. Esta alternativa tem sido defendida pelos vereadores do PS e PSD.
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