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Correio da Manhã

Portugal
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Alta tensão pode chegar aos tribunais

O presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, admitiu ontem recorrer aos tribunais para defender as populações que habitam nas zonas onde está previsto passar uma Linha Área de Muito Alta Tensão (LAMAT).
28 de Dezembro de 2007 às 00:00
Numa sessão de esclarecimento sobre a avaliação de impacte ambiental da construção da nova linha – realizada na noite de quarta-feira e que contou com a presença de uma centena de moradores –, o autarca disse “que todas as hipóteses estão a ser estudadas”, admitindo ter pedido ao gabinete jurídico da Câmara da Batalha que analise o assunto, do ponto de vista da lei portuguesa e comunitária.
Para 3 de Janeiro está marcada uma reunião com técnicos da Redes Energéticas Nacionais (REN), responsável pela linha, representantes dos moradores e a autarquia.
A população – que teme os efeitos da infra-estrutura na saúde e pede a deslocalização das suas casas – está a preparar um abaixo-assinado onde reivindica a alteração dos locais escolhidos para implantar os postes.
A linha de muito alta tensão Batalha-Lavos terá cerca de três quilómetros e atravessará as freguesias da Batalha, Golpilheira e Reguengo do Fetal.
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