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Antero foi esganado até à morte

A autópsia ao cadáver de Antero Pires Nunes, raptado e assassinado por um amigo na zona de Castelo Branco, na noite de 14 de Agosto, revela que o homem, de 56 anos, foi esganado até à morte, apurou o CM. Foi esta a conclusão dos peritos do Instituto de Medicina Legal, ontem, no dia em que o homicida recolheu em prisão preventiva.

18 de setembro de 2009 às 00:30

Recorde-se que, um mês depois do desaparecimento da vítima, a Polícia Judiciária conseguiu na madrugada de anteontem que Morais, construtor civil de 57 anos, confessasse ter raptado e morto Antero, com quem mantinha uma relação, com o simples objectivo de o roubar.

O homicida levou os inspectores da Unidade Contra Terrorismo ao local onde depositou o cadáver – e as causas da morte foram ontem conhecidas: Morais usou as próprias mãos para asfixiar a vítima. Levado ontem ao juiz no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, o homicida recolheu à cadeia, onde deverá aguardar julgamento.

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