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Areeiro de Vagos constituído arguido por desrespeitar suspensão de escavação de inertes

Já terão sido retirados do terreno 140 mil metros cúbicos de areia.

27 de fevereiro de 2026 às 14:23

A GNR constituiu arguido um areeiro por desrespeitar uma decisão administrativa de suspensão imediata de escavação e extração de inertes num terreno em Vagos, de onde já terão sido retirados 140 mil metros cúbicos de areia, foi esta sexta-feira anunciado.

Em comunicado, a GNR esclareceu que, na segunda-feira, os elementos do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) deram cumprimento a dois mandados de busca no concelho de Vagos, distrito de Aveiro, por incumprimento de decisão administrativa de suspensão de trabalhos.

Em causa está o incumprimento de uma decisão administrativa de suspensão imediata de escavação e extração de inertes, destruição de revestimento vegetal e alteração da morfologia do solo, refere a Guarda, que estima que do terreno tenham sido já retirados cerca de 140.000 metros cúbicos de inertes (areia), num valor total aproximado de 4,9 milhões de euros.

No âmbito das diligências, foi apreendida uma máquina industrial, uma máquina industrial (escavadora/giratória), oito câmaras de CCTV e 85 metros de cabo de rede, tendo sido ainda elaborados autos de contraordenação por infrações ambientais, bem como por infrações associadas ao sistema de videovigilância que se encontrava a operar no terreno.

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