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Correio da Manhã

Portugal
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Arguido morreu em tribunal

Um padeiro de 68 anos morreu na sala de audiências do Tribunal Judicial de Tomar, onde estava a ser interrogado na condição de arguido. O homem ainda foi sujeito a manobras de reanimação mas as tentativas para o salvar foram infrutíferas.
30 de Janeiro de 2008 às 00:30
A vítima, residente em Tomar, exercia a actividade de padeiro e, segundo informações policiais, “nem sempre cumpria as regras” laborais.
Em consequência, eram-lhe levantados autos de contra-ordenação “por desrespeito das normas de higiene”.
Por vezes, o sexagenário exaltava-se com os agentes da autoridade e faltava-lhes ao respeito.
Devido a este tipo de comportamento, já tinha sido ouvido várias vezes em tribunal. Na segunda-feira, estava mais uma vez a responder perante os juízes quando entrou em paragem cárdio-respiratória.
Um elemento da PSP de Tomar que estava no tribunal efectuou-lhe manobras de reanimação, até à chegada dos bombeiros e de uma equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), mas apesar dos esforços não foi possível salvá-lo. O cadáver foi removido para o gabinete de medicina legal de Tomar.
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