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Correio da Manhã

Portugal
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Armazém de paletes destruído pelo fogo

Dois incêndios de grandes dimensões deflagrados no espaço de ano e meio no armazém de paletes de madeira de que é proprietário em Bucelas, Loures, são suficientes para Carlos Queirós acreditar que na origem dos sinistros está mão criminosa.
17 de Fevereiro de 2012 às 01:00
Bombeiros estiveram até ao início da tarde na Gestranspal, empresa de paletes
Bombeiros estiveram até ao início da tarde na Gestranspal, empresa de paletes FOTO: Tiago Petinga/Lusa

Ontem de madrugada, o negócio que gere ficou completamente arrasado por um fogo que demorou três horas a apagar.

Em Junho de 2010, durante o combate ao primeiro dos sinistros alegadamente perpetrados contra a sua empresa, Carlos Queirós sofreu queimaduras graves nos braços. "Mas consegui salvar os camiões e as empilhadoras", recordou.

Ontem, no entanto, o desfecho foi outro. "O prejuízo é quase total", sustenta o empresário. Segundo fonte dos bombeiros disse ao CM, o incêndio deflagrou pelas 04h27. Minutos depois Carlos Queirós era avisado de que a empresa estava em chamas. "Tínhamos dois camiões de carga cheios de paletes para entrega", explicou o empresário.

De imediato foram mobilizados para o local 41 bombeiros, apoiados por 14 viaturas, provenientes das corporações de Alverca, Bucelas, Vila Franca de Xira, Póvoa de Santa Iria, Alhandra e Vialonga.

Só pelas 07h30 é que o incêndio foi dado como totalmente extinto, tendo o rescaldo durado até ao princípio da tarde.

Na contabilidade dos prejuízos, o empresário conta cerca de 25 mil paletes que arderam por completo. "Além disso fiquei sem os dois camiões que tinha, bem como quatro empilhadoras", explicou Carlos Queirós. A Polícia Judiciária investiga as suspeitas de fogo posto.

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