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Correio da Manhã

Portugal
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Atropelou polícia com carro do Partido Comunista

Uma assistente social começa hoje a ser julgada no Tribunal de Oeiras, respondendo pela acusação de atropelamento a um agente da PSP local, usando um carro registado em nome do Partido Comunista Português (PCP). A arguida fugiu, mas veio a ser depois identificada.
14 de Março de 2007 às 00:00
O Tribunal de Oeiras
O Tribunal de Oeiras FOTO: Enric Vives-Rubio
Os factos em julgamento remontam a Novembro de 2002. A assistente social tinha o carro, um Opel Corsa, estacionado irregularmente numa rua de Algés. Dois agentes da PSP constataram a infracção e colocaram um reboque para remover a viatura.
A condutora, no entanto, recusou identificar-se à PSP. “Um dos polícias colocou-se em frente do carro para anotar a matrícula e ela arrancou, atropelando-o. O agente recebeu tratamento médico”, disse ao CM fonte judicial.
O veículo foi encontrado, abandonado, a cerca de 500 metros de distância. Pela matrícula, constatou-se que era propriedade do PCP. Os serviços administrativos do partido ajudaram a identificar a condutora, que foi constituída arguida pelos crimes de atropelamento com fuga, e omissão de auxílio.
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