Autarca de Gaia diz-se vítima de "tentativa de assassinato de caráter"

Ex-adjunto da Câmara de Vila Nova de Gaia está em tribunal por um crime de difamação.
16.05.18
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O ex-adjunto do presidente da Câmara de Gaia Bruno Santos disse esta quarta-feira, em tribunal, ter sido alvo de "tentativa de assassinato de caráter" e que desde a exoneração é visto como "alguém que não tem o direito de trabalhar".

"Isto foi uma tentativa de assassinato de caráter. Senti-me atingido no âmago da minha dignidade e na dignidade da minha família, na minha dignidade humana, civil e profissional. Profissionalmente, tive gravíssimas consequências. Estou inscrito no Centro de Emprego. Sou caracterizado como alguém que não tem o direito de trabalhar", disse Bruno Santos.

Em causa está um caso que opõe o ex-adjunto da Câmara de Vila Nova de Gaia e o presidente da autarquia, Eduardo Vítor Rodrigues, com o primeiro a acusar o líder socialista de um crime de difamação. O julgamento, que hoje começou, resulta da decisão do Juízo de Instrução Criminal do Porto, datada de 24 de novembro de 2017.

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