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Correio da Manhã

Portugal
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Autarcas receiam subida de preços

A promessa do ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, de que o investimento na construção da barragem de Odelouca, através do aumento de capital da Águas do Algarve e da extensão do período da concessão até 2037, não se reflectirá num aumento do tarifário pago pelos consumidores, não convence alguns presidentes de câmara, embora todos reconheçam a urgência da conclusão da obra.
17 de Dezembro de 2006 às 00:00
Futura barragem
Futura barragem FOTO: Águas do Algarve
“Os municípios e os consumidores é que acabarão por pagar as obras”, afirma o presidente da Câmara de Lagoa, José Inácio. O autarca de Loulé, Seruca Emídio, tem posição semelhante: “É inevitável que se vá repercutir nas tarifas”, salienta. Macário Correia, presidente da AMAL, também está “apreensivo”, enquanto Júlio Barroso, de Lagos, acredita que “os consumidores não terão de pagar mais”.
Em Olhão, Francisco Leal espera que os únicos aumentos sejam os da inflação. Por seu turno, Manuel Marreiros, de Aljezur, destaca a importância e a urgência de a obra ser feita.
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