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Correio da Manhã

Portugal
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Autópsias a turistas dinamarquesas apontam para acidente (COM FOTOS)

As autópsias realizadas esta tarde no Gabinete Médico-Legal do Funchal às duas turistas dinamarquesas encontradas mortas na quinta-feira na Madeira apontam para acidente, disse à agência Lusa fonte ligada à investigação.
6 de Janeiro de 2012 às 19:19
Operações vão envolver elementos dos Bombeiros Municipais do Funchal, da Polícia Judiciária, da PSP e da GNR na zona da levada dos Piornais
Depois do resgate das vítimas foi feita a inspecção para apurar causas da morte
Corpos estavam a 20 metros abaixo da levada, a meio da escarpa com uma altura aproximada de 50 metros
Alerta surgiu quando as equipas que estavam a bater a levada à procura das turistas avistaram, da encosta oposta, uma mochila vermelha
Dinamarquesas, de 73 e 76 anos, naturais de Ärhus, chegaram à Madeira no dia 29 de Dezembro e tinham o regresso à Dinamarca marcado para dia 8
Resgate de difícil acesso terminou ao início da tarde desta quinta-feira
Dinamarquesas estavam desaparecidas desde dia 1
Operações vão envolver elementos dos Bombeiros Municipais do Funchal, da Polícia Judiciária, da PSP e da GNR na zona da levada dos Piornais
Depois do resgate das vítimas foi feita a inspecção para apurar causas da morte
Corpos estavam a 20 metros abaixo da levada, a meio da escarpa com uma altura aproximada de 50 metros
Alerta surgiu quando as equipas que estavam a bater a levada à procura das turistas avistaram, da encosta oposta, uma mochila vermelha
Dinamarquesas, de 73 e 76 anos, naturais de Ärhus, chegaram à Madeira no dia 29 de Dezembro e tinham o regresso à Dinamarca marcado para dia 8
Resgate de difícil acesso terminou ao início da tarde desta quinta-feira
Dinamarquesas estavam desaparecidas desde dia 1
Operações vão envolver elementos dos Bombeiros Municipais do Funchal, da Polícia Judiciária, da PSP e da GNR na zona da levada dos Piornais
Depois do resgate das vítimas foi feita a inspecção para apurar causas da morte
Corpos estavam a 20 metros abaixo da levada, a meio da escarpa com uma altura aproximada de 50 metros
Alerta surgiu quando as equipas que estavam a bater a levada à procura das turistas avistaram, da encosta oposta, uma mochila vermelha
Dinamarquesas, de 73 e 76 anos, naturais de Ärhus, chegaram à Madeira no dia 29 de Dezembro e tinham o regresso à Dinamarca marcado para dia 8
Resgate de difícil acesso terminou ao início da tarde desta quinta-feira
Dinamarquesas estavam desaparecidas desde dia 1

"Tudo se conjuga para uma morte acidental, embora se aguardem ainda exames complementares para o apuramento total das circunstâncias", informou esta fonte, explicando que ambas as vítimas apresentavam "lesões traumáticas". 

As cidadãs dinamarquesas, de 73 e 76 anos, naturais de Ärhus, chegaram à Madeira no dia 29 de Dezembro e tinham o regresso à Dinamarca marcado para dia 8.  

O seu desaparecimento foi comunicado na segunda-feira pela direcção da unidade de alojamento onde as turistas se encontravam hospedadas, no Funchal. 

Com elementos dos Bombeiros Municipais do Funchal, Polícia Judiciária (PJ), PSP e GNR, as buscas foram iniciadas na terça-feira na zona da levada dos Piornais, no concelho do Funchal, onde prosseguiram até ao final da manhã de quinta-feira, quando foram localizadas, no limite com o município de Câmara de Lobos.  

Fonte da PJ admitiu na ocasião que a morte das turistas teve origem numa "queda acidental" na sequência de terem ultrapassado na levada uma "porta fechada que tinha um sinal proibido", considerando que "não terão cumprido com as normas de segurança" associadas aos percursos.  

A Procuradoria-Geral da República informou que foi aberto um inquérito na sequência do desaparecimento das turistas, uma das quais já tinha estado na Madeira.  

"Foi aberto inquérito ainda antes de as senhoras serem localizadas, porque era necessário utilizar determinados meios de provas, que só através de inquérito seriam possíveis", revelou a procuradoria.  

A PSP apelou entretanto aos caminhantes, antes de efectuarem uma levada, para que se certifiquem do "seu grau de perigosidade que está afixado no início de cada trajecto" e que se preparem "convenientemente".  

Calçado e vestuário apropriados e transporte de telemóvel e de mantimentos suficientes para um maior período de tempo daquele que está previsto para o percurso são outras das recomendações.  

A PSP aconselha os participantes a terem em atenção o tempo de realização dos percursos, que devem ser "adaptados às condições físicas de quem os vai executar", assim como ao facto de o arquipélago ser uma região de microclimas, "pelo que as condições climatéricas são susceptíveis de alterar-se de forma repentina".  

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