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Barreiro: Quatro milhões para descontaminar Quimiparque

Iniciaram-se esta manhã os trabalhos de remoção de 52 mil toneladas de lamas de zinco, depositadas nos terrenos da Quimiparque, no Barreiro.
8 de Fevereiro de 2011 às 15:04
Dulce Pássaro acompanhada pelo presidente da Câmara do Seixal, Alfredo Monteiro, momentos antes de assistir ao início da remoção de lamas de zinco
Dulce Pássaro acompanhada pelo presidente da Câmara do Seixal, Alfredo Monteiro, momentos antes de assistir ao início da remoção de lamas de zinco FOTO: Rui Minderico / Lusa

A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, afirmou que só depois da remoção dos resíduos é que será possível avaliar o grau de contaminação para os solos. A remoção das lamas de zinco deverá durar, na pior das hipóteses, seis meses, explicou Emídio Xavier, presidente do conselho de administração da EGF, empresa responsável pelo processo de descontaminação.

O processo de descontaminação do território da Quimiparque representa um investimento superior a quatro milhões de euros. A recuperação de todo o parque industrial custará 58 milhões de euros.

O próximo passo na resolução dos “passivos ambientais” do País será a descontaminação da zona da Siderurgia Nacional, no Seixal. Os trabalhos devem iniciar-se na próxima semana e a ministra do Ambiente garantiu que a resolução da poluição do rio Coina, que desagua no Tejo, passará pelo tratamento da Lagoa da Palmeira. “Vão ser adoptadas as medidas mais urgentes para confinar a situação e, seguidamente, adoptadas as medidas de cobertura, pois nem sempre a recuperação dos locais passa pela retirada de resíduos”, afirmou Dulce Pássaro.

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