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Correio da Manhã

Portugal
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‘Big Brother’ vigia comando da PSP

Instaladas 76 câmaras de videovigilância na sede da polícia em Lisboa.
João Tavares 17 de Abril de 2019 às 08:20
Medida de segurança em edifício pelo qual o Estado paga mensalmente uma renda de 130 mil euros
Comando Metropolitano de Lisboa
Comando Metropolitano de Lisboa
Comando Metropolitano de Lisboa
Medida de segurança em edifício pelo qual o Estado paga mensalmente uma renda de 130 mil euros
Comando Metropolitano de Lisboa
Comando Metropolitano de Lisboa
Comando Metropolitano de Lisboa
Medida de segurança em edifício pelo qual o Estado paga mensalmente uma renda de 130 mil euros
Comando Metropolitano de Lisboa
Comando Metropolitano de Lisboa
Comando Metropolitano de Lisboa
À boa maneira de qualquer reality show televisivo, também todos os passos vão passar a ser controlados nas instalações do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, em Moscavide, Loures.

Isto porque foi dada autorização para a instalação de um completo sistema de videovigilância, equipado com 76 câmaras que vão captar imagens no interior e no exterior do edifício.

Este ‘Big Brother’ foi anunciado na edição desta terça-feira do Diário da República, com o objetivo, lê-se no documento, de "proteção de pessoas e bens e de prevenção da prática de crimes".

A Comissão Nacional de Proteção de Dados já deu o seu aval para a instalação do sistema de vídeo, que funcionará de forma ininterrupta mas sem que possa ser captado qualquer registo de áudio.

No documento publicado e assinado pela secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto, é explicado ainda que os equipamentos não podem vigiar locais privados, bem como janelas, portas ou varandas, sendo proibida a utilização de câmaras ocultas.

O sistema de videovigilância, que assim vigiará os cerca de 600 elementos, polícias e civis, que trabalham no interior da sede da PSP de Lisboa e também quem circula pelas imediações, vai ainda gravar todos os movimentos durante um prazo de dois anos, sendo o acesso ao sistema limitado a algumas pessoas.

Este edifício foi inaugurado em 2013 por Miguel Macedo, então ministro da Administração Interna, com o Governo a desembolsar mensalmente uma renda de 130 mil euros.
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