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Correio da Manhã

Portugal
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BigMário não reage a acusações

A terceira sessão do julgamento de Mário Ribeiro, ex-concorrente do ‘Big Brother’, limitou-se à audição de testemunhas circunstanciais do caso. O arguido permaneceu impassível durante a audiência, onde participaram as testemunhas arroladas pela Acusação.
17 de Janeiro de 2007 às 00:00
Mário Ribeiro está acusado de onze crimes
Mário Ribeiro está acusado de onze crimes FOTO: António Rilo
Nove pessoas foram assim chamadas à sala de audiências, mas pouco acrescentaram sobre a culpabilidade ou inocência de BigMário e dos seus cúmplices.
O vendedor de uma loja de acessórios de automóveis confirmou que os arguidos Mário e Cláudio lhe compraram duas matrículas em duas semanas. Por confirmar ficou se as matrículas adquiridas eram as mesmas dos carros que alegadamente usaram nos assaltos.
Um inspector da PJ negou a possibilidade de a Polícia ter induzido as vítimas sobre a identidade dos arguidos, como a defesa tentou provar em sessões anteriores, e adiantou que os donos da loja de videojogos assaltada perceberam que os assaltantes eram Mário e Cláudio quando uns dias depois da ocorrência os viram numa gasolineira.
Quatro funcionários das bombas Azória, que Mário alegadamente assaltou, também depuseram. O facto do arguido Nélson – um dos três em liberdade – trabalhar na gasolineira, fez suspeitar que tenha sido ele a fornecer-lhes a chave do estabelecimento, cuja porta principal não foi destrancada, sendo que o gradeamento não foi retirado.
NOTAS
AUSÊNCIAS
A terceira sessão do julgamento ficou marcada pelas ausências de Lourenço Pinto, advogado do BigMário e do outro arguido preso, Cláudio – o causídico relegou a defesa nas suas assistentes. Também Marisa, namorada de Mário que nas últimas sessões esteve
presente na sala de audiências, faltou à sessão de ontem.
PRÓXIMA SESSÃO
A próxima sessão vai decorrer no dia 2 de Fevereiro no Tribunal de S. João Novo, no Porto. A procuradora do Ministério Público requereu a presença, na próxima audiência, do inspector da PJ que primeiro tomou conta deste caso e pediu também que seja investigado pela Polícia o computador que foi encontrado nas buscas domiciliárias, para se perceber se este coincide com o que foi roubado do escritório da gasolineira Azória, no Olival, que Mário e os cúmplices alegadamente assaltaram.
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