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Correio da Manhã

Portugal

Bóia gigante andava à deriva

Uma bóia de três metros de diâmetro utilizada para detectar tsunamis, ao largo do Cabo de São Vicente, em Sagres, foi ontem recolhida pela Marinha por estar à deriva e ser um perigo para a navegação marítima.
21 de Outubro de 2007 às 00:00
Bóia está a ser puxada por um rebocador até ao Porto de Portimão
Bóia está a ser puxada por um rebocador até ao Porto de Portimão FOTO: Marta Vitorino
Segundo explicou ao CM o comandante da Capitania do Porto de Portimão, Marques Pereira, o aparelho “estava instalado a 70 milhas do Cabo de São Vicente [quase 140 quilómetros]” mas, talvez devido ao desgaste, “o cabo de fixação ao fundo, com três mil metros, rebentou, ficando à deriva”. “Estava fora da rota de tráfego mercante, mas podia constituir um perigo para a navegação por não estar na posição correcta”, acrescentou.
Foi retirada ao longo do dia de ontem e está a ser rebocada para o Porto de Portimão por um rebocador de Sines. Deverá chegar amanhã a terra, onde será içada e transportada para as instalações do Instituto Português de Transportes Marítimos, para ser arranjada. À bóia está ligada a uma unidade submersa que detecta movimentos verticais de aceleração das águas e envia os dados para uma estação de controlo por satélite.
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