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Correio da Manhã

Portugal
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Bombeiros de Algés na bancarrota

Bombeiros da corporação de Algés, Oeiras, garantem que “o caos está instalado” na associação devido a uma situação de “bancarrota” que levou a atrasos de oito meses nos ordenados e à suspensão dos contratos de 30 profissionais.
4 de Maio de 2007 às 00:00
Segundo um efectivo dos Bombeiros de Algés, a unidade está envolvida em dois processos judiciais, accionados pela construtora do quartel e por uma fabricante de ambulâncias.
Dívidas superiores a 750 mil euros, valor a que se deverá somar outra dívida à Segurança Social, estão na origem dos processos.
Fonte dos bombeiros afirmou que “a corporação não tem crédito na banca e as contas estão congeladas pelo tribunal”. E acrescenta que, para além do segundo comandante e do adjunto do comando, há cerca de 30 empregados com contratos suspensos a receber subsídios de desemprego. A falta de voluntários é também outro problema. Um outro elemento garante que a situação está a comprometer o socorro em Algés.
Apesar da associação receber um subsídio mensal de dez mil euros, da Câmara, apoios do Estado e quotas, os bombeiros consideram que o dinheiro é insuficiente pois “se estivéssemos todos a trabalhar, a associação teria só em ordenados, uma despesa mensal de 30 mil euros”. A direcção não quis reagir às denúncias.
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