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Correio da Manhã

Portugal
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Bombeiros revelam que envolvidos em rixa mortal nos festejos do FC Porto deram murros e pontapés em ambulância

Corporação estava de prevenção e teve de abandonar o local por questões de segurança.
David Monteiro 13 de Maio de 2022 às 15:18
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo
Dois bombeiros e um estagiário dos Bombeiros Voluntários dos Carvalhos estiveram esta manhã a ser ouvidos na Polícia Judiciária do Porto, como testemunhas da rixa que terminou na morte de Igor Silva, de 26 anos. A corporação estava de prevenção junto ao estádio do Dragão.

Uma das ambulâncias estava nas imediações ao local onde iniciou a rixa e os operacionais tiveram de abandonar o local por questões de segurança uma vez que algumas pessoas começaram a dar murros e pontapés na ambulância e tentaram mesmo entrar no veículo.

Os bombeiros terão ainda assistido ao momento em que a mulher, que mais tarde foi levada ao hospital, era agredida. Terá sido agarrada pelo cabelo, tendo depois os agressores batido com a cabeça da vítima na ambulância. Na viatura são visíveis as marcas de sangue e os danos.

Os operacionais seguiram depois para o hospital uma vez que no interior estava já a ser assistida uma pessoa, ao que tudo devido a outra situação.
Por terem assistido ao início da contenda, os bombeiros foram chamados a testemunhar na Polícia Judiciária
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