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Correio da Manhã

Portugal
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Burlão informático fica em prisão preventiva

Um arguido ficou em prisão preventiva por "fortes indícios" da prática dos crimes de burla informática e de contrafacção de título equiparado a moeda, no âmbito de uma investigação dirigida pelo Ministério Público e executada pela Polícia Judiciária (PJ).
26 de Junho de 2012 às 18:43
Burlão, informática, detido, PJ, Ministério Público, prisão, preventiva
Burlão, informática, detido, PJ, Ministério Público, prisão, preventiva FOTO: Tiago Sousa Dias / Correio da Manhã

Conforme adianta a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PDGL), dos indícios recolhidos resultou a localização do IP (endereço electrónico) correspondente à morada onde o arguido praticava os factos, fazendo aquisições através da internet, cujos pagamentos fraudulentos eram feitos com a introdução de dados de cartões de crédito alheios, contrafeitos.

Das apreensões e exames realizados nos autos - prossegue a PGDL - resultou que o arguido detinha, e usou para pagamentos de serviços no valor de 1.594 euros, dois cartões de crédito contrafeitos, tendo ainda efectuado diversas remessas de dinheiro para o Brasil, no valor total de 4.191 euros, todas realizadas em Novembro e Dezembro de 2011.

Foram-lhe ainda apreendidos elementos de identificação pessoal e bancária de terceiros, os quais "utilizava na prática deste tipo de criminalidade, com recurso a cartões bancários verdadeiros".

O computador do arguido detinha um programa de "software" para a gravação de bandas magnéticas de cartões bancários, que permitia a sua contrafacção, assim como para a gravação de dados de diversos cartões bancários (de débito e crédito), titulados por terceiros, emitidos por entidades bancárias estrangeiras.

A investigação envolveu a Unidade Nacional Combate à Corrupção da PJ.

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