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Correio da Manhã

Portugal
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Cai parte de varanda da antiga Judiciária de Faro

Foram colocadas grades a limitar a zona, para evitar que pessoas passem junto ao edifício.
João Mira Godinho 26 de Dezembro de 2017 às 08:37
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Edifício onde se situava a PJ apresenta sinais evidentes de degradação
Parte de uma varanda das antigas instalações da Polícia Judiciária, em Faro, caiu para a rua. Foram colocadas grades para limitar a zona, para evitar que pessoas passem junto ao edifício.

A situação, que não provocou vítimas, ocorreu há cerca de duas semanas e parte da varanda foi entretanto alvo de intervenção. Mas há uma zona que não foi reparada, onde ainda são visíveis os danos que resultaram do desmoronamento.

O edifício, que apresenta sinais evidentes de degradação em outras zonas, é da responsabilidade do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça e é atualmente utilizado para alojar funcionários do Ministério da Justiça que não sejam do Algarve mas estejam colocados na região.

Também as atuais instalações utilizadas pela Diretoria do Sul da PJ (em Faro e Portimão) têm falta de condições, como já foi assumido pelo próprio ministério. No caso do Departamento de Investigação Criminal de Portimão, foi anunciada a construção de novas instalações, em 2019. Uma obra que prevê um investimento de cinco milhões para construir um edifício de raiz, num terreno cedido pela autarquia portimonense.

Já em relação à sede da diretoria, em Faro, a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, em maio, referiu que o ministério "continua à procura de alternativas" para realocar a PJ. No início de dezembro, o PCP questionou o Governo sobre esta situação, para saber em que fase está o processo.
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