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Câmara intervém em prédio devoluto que ardeu no domingo em Lisboa por risco de colapso

Polícia Judiciária está a analisar as causas do incêndio.

12 de agosto de 2024 às 14:41

A Câmara de Lisboa está a intervir no prédio devoluto que ardeu no domingo na zona da Baixa por existir "risco objetivo imediato de colapso" para o tardoz e empena lateral direita do prédio, informou a proteção civil municipal.

O incêndio ocorreu no domingo à noite no número 16 das Escadinhas de São Cristóvão, na Freguesia de Santa Maria Maior, e ficou circunscrito ao edifício que se encontrava devoluto e vedado, "não se tendo propagado a nenhum outro imóvel", nem causado vítimas ou desalojados.

Segundo fonte da proteção civil municipal, ao início da tarde desta segunda-feira foi verificado existir "risco objetivo imediato de colapso do remanescente para o tardoz [fachada oposta ao lado da rua ou à fachada principal] e para a empena [fachada através da qual o edifício pode encostar aos edifícios contíguos] lateral direita do edifício que ardeu".

"Também o andaime que se localiza para a entrada das Escadinhas ameaça colapso", acrescentou.

De acordo com a autarquia, os logradouros do número 10 (1.º andar direito e esquerdo) da Travessa da Madalena, de propriedade privada, deverão ficar interditos durante a intervenção, tal como o acesso às Escadinhas de São Cristóvão e o acesso à Travessa da Madalena (do número 4 ao 16) "de modo a assegurar a segurança de transeuntes".

"Esta interdição não afeta o acesso a quaisquer moradores, dada a possibilidade de o mesmo ser feito pelo lado oposto das respetivas artérias", destacou.

Ainda segundo a fonte da proteção civil municipal, o fogo provocou a derrocada do interior do edifício e danos menores (janelas partidas) em dois edifícios adjacentes.

A câmara destacou também que o edifício devoluto estava "devidamente vedado" e tinha "assinalada a sua interdição", encontrando-se "em permanente monitorização de reforço das condições de segurança".

A autarquia realçou igualmente que a última visita ao edifício foi realizada em 30 de julho, tendo então sido reposta a vedação e reforçada a sinalização.

Durante o incêndio, cujo alerta foi recebido pelas 23:30 de domingo, foi evacuado o número 5 da Rua de São Cristóvão, "tendo os sete ocupantes regressado às suas habitações pelas 03:00, depois de verificadas as condições de segurança", sem que tenha havido necessidade de qualquer realojamento.

O Incêndio foi dado como dominado às 02:22 e o Regimento Sapadores Bombeiros (RSB) de Lisboa permaneceu no local durante a noite, em vigilância, acrescentou a mesma fonte.

A Polícia Judiciária está a analisar as causas do incêndio.

No combate ao fogo estiveram no local 31 elementos e 10 viaturas do RSB de Lisboa e oito elementos e duas viaturas dos Bombeiros Voluntários de Lisboa, além de dois elementos da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, 15 elementos e quatro viaturas da PSP, dois elementos e duas viaturas da Polícia Municipal e elementos da Proteção Civil municipal.

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