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Cancro: Estudo avalia sequelas nas crianças

As crianças com cancro podem apresentar problemas do foro cognitivo devido, não só à doença, mas também aos tratamentos a que são sujeitas, revela uma investigação do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto.

14 de agosto de 2007 às 11:44

Ao longo dos próximos cinco anos, um estudo realizado pelo Serviço de Psico-oncologia do IPO do Porto vai tentar avaliar o impacto neuropsicológico dos tratamentos a que as crianças com cancro são submetidas.

De acordo com o director do serviço de Psico-oncologia daquele IPO, Adoíndo Pimentel, o número de crianças sobreviventes de cancro é cada vez mais elevado, no entanto, destaca, "é inegável que os tratamentos, quando actuam sobre o sistema nervoso central, têm consequências neurocognitivas e psicológicas deveras negativas para as crianças”.

O estudo tentará prever determinadas sequelas físicas e psicológicas provocadas pelo tratamento de forma a promover uma melhor qualidade de vida dos sobreviventes do cancro infantil.

Entre as possíveis sequelas apontadas pela investigação destacam-se limitações no crescimento e desenvolvimento da criança, disfunções neurocognitivas, problemas cardiopulmonares e gastrointestinais e problemas músculo-esqueléticos.

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