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Correio da Manhã

Portugal
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Casa podre em Almada desaba aos poucos

Os inquilinos do segundo andar de um prédio em Almada andam com o credo na boca. Infiltrações de água têm feito cair o estuque do tecto, deixando à mostra a cofragem enferrujada, numa podridão progressiva do edifício.
12 de Novembro de 2005 às 00:00
Maria Gertrudes Barradas, 80 anos e moradora num dos apartamentos do edifício na Rua Bernardo Francisco da Costa, safou-se por um triz na noite de quinta-feira: estava a lavar-se, desviou-se do lavatório e, acto contínuo, caiu mais uma placa de estuque, de dimensões apreciáveis, sobre onde ela acabara de sair.
No resto da casa, são evidentes as marcas da degradação, provocada pela humidade, ao que tudo indica, infiltrada pelo telhado. No apartamento ao lado, outro idoso, Manuel Almeida, também se queixa do mau estado das paredes.
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