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Correio da Manhã

Portugal
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Caso Olivier: Leitura da sentença marcada para terça-feira

Maria de Lurdes Gonçalves, directora regional da ASAE de Lisboa e Vale do Tejo, que foi a responsável pelas acções de fiscalização ao Guilty, restaurante de Olivier, foi ouvida esta quarta-feira no Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa. Em causa está a detenção do chef, a 13 de Novembro, por desobediência à autoridade, estando a leitura da sentença marcada para a próxima terça-feira.
14 de Dezembro de 2011 às 16:30
Olivier Costa voltou a reforçar que o seu restaurante não funciona como discoteca
Olivier Costa voltou a reforçar que o seu restaurante não funciona como discoteca FOTO: Mariline Alves

Reforçando que Olivier já tinha sido previamente notificado para regular a licença do restaurante e que "ficou esclarecido que não podia haver danças", Maria de Lurdes Gonçalves revelou que na noite da primeira detenção encontrou "os clientes a dançar e com a música muito alta".

A directora regional da ASAE esclareceu ainda que o que está mencionado na licença provisória emitida pela Câmara de Lisboa é que o espaço funciona como restauração e bebidas e não contempla danças.

Olivier Costa, de 36 anos, voltou a reforçar que o seu restaurante não funciona como discoteca e que não incentiva os clientes a dançar, embora admita ter um DJ todas as noites.

O chef apresentou três testemunhas em tribunal: a gerente e dois funcionários do espaço.

Por seu lado, o magistrado considerou que "o arguido permitiu e fomentou a actividade de dança porque não estava de acordo com a notificação da ASAE".

As outras duas acusações da ASAE contra Olivier por crimes de desobediência no passado fim-de-semana foram remetidas para o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

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