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Correio da Manhã

Portugal
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Centenas foram ver como Lúcia viveu

A capela do Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra, encheu-se ontem de fiéis para assistirem à homilia que antecedeu a inauguração do Memorial da Irmã Lúcia. O espaço exíguo ficou lotado com 250 pessoas, uma participação significativa, tratando-se de um dia de semana.
1 de Junho de 2007 às 00:00
Espaço passa a integrar percurso dos fiéis que rumam a Fátima
Espaço passa a integrar percurso dos fiéis que rumam a Fátima FOTO: Raul Cardoso
À porta da capela, D. Albino Cleto, bispo de Coimbra, descerrou um painel em azulejo com a imagem de Lúcia junto de Nossa Senhora de Fátima com a inscrição ‘O Mundo para mim é apenas o caminho para Deus’.
No memorial, situado nas traseiras do convento, Alexandra Sousa e Júlio Pereira, dois sobrinhos-netos de Irmã Lúcia, observaram atentamente os objectos e imagens da tia-avó com quem ainda chegaram a ter contacto. Para Júlio Pereira, o museu é a melhor forma de “recordar uma pessoa sempre alegre, que transmitia uma alegria abundante aos familiares e que foi a principal divulgadora da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima”.
A irmã Ilda, madre superior das irmãs Doroteias de Coimbra, ficou bastante emocionada com o momento, referindo que “quem visitar este museu leva daqui um toque do coração da Lúcia”.
A maior parte dos visitantes vê o espaço como uma homenagem a “uma figura que marcou a sociedade portuguesa e deixou marca também a nível mundial”, que passará a fazer parte do percurso dos fiéis que rumam a Fátima.
O memorial é um edifício de dois pisos, projectado por Florindo Belo Marques, que recria a cela onde a Irmã Lúcia viveu durante 55 anos.
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