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Correio da Manhã

Portugal
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Centenas no funeral do rapaz atirado à linha

Bruno Leal, o jovem de 19 anos que morreu ao ser empurrado por um homem para a linha do comboio na estação de Belém, na segunda-feira à tarde, foi enterrado ontem no cemitério de Barcarena, Oeiras.
13 de Janeiro de 2006 às 00:00
Mãe desmaiou quando o caixão de Bruno desceu à terra
Mãe desmaiou quando o caixão de Bruno desceu à terra FOTO: Tiago Sousa Dias
No cortejo fúnebre, que percorreu a pé cerca de um quilómetro desde a capela de Leceia, participaram dezenas de bombeiros de todo o País, desde Queluz à Pampilhosa da Serra, que não quiseram deixar de prestar homenagem ao filho do comandante dos Bombeiros Voluntários de Oeiras. Isaltino Morais, presidente da autarquia, também esteve no cemitério.
Dezenas de ramos de flores cobriam a campa 77, onde Bruno foi sepultado pouco depois das 12h00 de ontem. O cemitério de Barcarena foi pequeno para as centenas de pessoas que participaram na cerimónia. No cortejo fúnebre, que avançou devagar pelo vale que separa a capela de Leceira do cemitério de Barcarena, seguiam muitos bombeiros fardados, além de colegas e amigos de Bruno. Pelo caminho, foram muitos os populares que se juntaram ao cortejo.
Bruno Leal, de 19 anos, morreu colhido por um comboio na linha da estação de Belém, em Lisboa. Um homem de 33 anos, que já fizera o mesmo a uma mulher em Oeiras, empurrou-o sem qualquer motivo.
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