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Correio da Manhã

Portugal
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150 pessoas retiradas de aldeias atingidas pelo fogo

Operação em curso para evacuar zonas de Góis e Pedrógão Grande.
20 de Junho de 2017 às 07:51
Bombeiros combatem incêndio em Góis
Incêndio em Góis
Incêndio em Góis
Incêndio em Góis
Incêndio em Góis
Incêndio em Góis
Incêndio
Bombeiros combatem incêndio em Góis
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Incêndio
Bombeiros combatem incêndio em Góis
O incêndio no concelho de Góis chegou à União de Freguesias de Cadafaz e Colmeal, depois de estar "praticamente dominado" na freguesia de Alvares, informou o município, falando numa "situação grave que pode passar a ser gravíssima".

"Nós temos uma situação grave e se calhar pode passar a ser gravíssima porque o incêndio passou de Pampilhosa da Serra. Ficou praticamente dominado na freguesia de Alvares [em Góis], mas passou do concelho de Pampilhosa da Serra para uma outra freguesia do concelho de Góis e neste momento lavra com alguma intensidade", disse à agência Lusa a presidente da Câmara de Góis, Lurdes Castanheira.

O município de Góis faz fronteira com Pedrógão Grande e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria, e com o concelho da Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, para onde as chamas progrediram, após deflagrarem no sábado, em Fonte Limpa.

No entretanto, e já ao final da tarde desta terça-feira, o secretário de Estado da Administração Interna confirmou que, apesar da melhoria das condições do combate ao incêndio, 150 pessoas tiveram de ser retiradas da zona atingida pelas chamas.

00h33 - O presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos, Jorge Abreu, estima que tenha ardido cerca de 75% da área florestal do concelho, sublinhando que o pior já passou, apesar de registados alguns reacendimentos ao longo do dia.

Ao início da noite de terça-feira para a madrugada desta quarta-feira, ainda havia "alguns reacendimentos", mas "há pouco mais para arder", relatou à agência Lusa o autarca de Figueiró dos Vinhos, um dos três concelhos do distrito de Leiria mais afetados pelo incêndio que começou no sábado em Pedrógão Grande e que matou 64 pessoas e fez mais de 150 feridos.

00h09 - O deputado do PSD Nuno Serra afirmou esta terça-feira em Avelar, junto ao posto de comandoda Proteção Civil, que viu "alguma descoordenação e desorientação" no processo de combate às chamas no norte do distrito de Leiria. 

23h28 - Os incêndios no concelho de Góis, distrito de Coimbra, prosseguem com cinco frentes ativas, mas com condições "mais favoráveis" de combate ao fogo, disse à imprensa Pedro Nunes, adjunto do Comando Nacional de Bombeiros.

"A situação é consideravelmente mais favorável do que aquela que testemunhámos durante a tarde, contudo continuamos com cinco frentes nas zonas de Carvalho, Covões, Aldeia Cimeira, Candal e Catarredor", disse Pedro Nunes, num 'briefing' realizado no posto de comando instalado na Selada do Braçal, concelho de Góis, junto à estrada nacional (EN)112.

O adjunto do Comando Nacional informou ainda que estão no terreno cerca de 900 operacionais, apoiados por 300 veículos, a que se deverão juntar mais um grupo de 50 bombeiros, com chegada prevista para a meio da noite, assim como outro grupo de bombeiros florestais vindos de Espanha, que prevê chegarem pela manhã.

22h00 - O funeral do bombeiro voluntário de Castanheira de Pera vai decorrer na quarta-feira, às 18h00, na vila do norte do distrito de Leiria, informou à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal.

O corpo de Gonçalo da Conceição Correia, de 40 anos, deverá chegar por volta das 22h30 desta terça-feira e o velório vai realizar-se durante "toda a noite" no quartel da corporação dos Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pera, disse o presidente do município, Fernando Lopes. 

21h35 - Trinta e dois corpos já foram identificados pelo Instituto Nacional de Medicina Legal, sendo que nos restantes terão de ser utilizadas técnicas de ADN, informou à agência Lusa fonte do Ministério da Administração Interna.

Segundo a mesma fonte do Ministério da Administração Interna (MAI), os restantes corpos das vítimas mortais do incêndio que começou no sábado em Pedrógão Grande, distrito de Leiria, e provocou 64 óbitos, "são mais complexos", sendo necessário recorrer a técnicas de ADN para se determinar a sua identificação.

Em declarações à agência Lusa, o especialista de medicina forense da Universidade de Coimbra, Duarte Nuno Vieira, explicou que os testes de ADN "são o último recurso".

"No caso de incêndio, os corpos tendem a ficar fortemente mutilados. No caso concreto das vítimas do incêndio de Pedrógão Grande, alguns poderão estar "bastante carbonizados", o que "destrói completamente as feições e reduz o volume corporal dos cadáveres", explicou.

Segundo Duarte Nuno Vieira, nestes casos, poderão ser procurados outros elementos de identificação, "nomeadamente objetos pessoais, como brincos ou pulseiras, que tenham ficado agarrados ao corpo e que permitem alguma identificação".

21h29 - Autoestrada do Pinhal Interior foi esta terça-feira reaberta pelas 19h30, após ter estado cortado ao trânsito durante cerca de cinco horas, no concelho de Penela, em Coimbra, devido à ocorrência de incêndios, disse à Lusa fonte da GNR.

O corte da A13 aconteceu pelas 14h25, por causa do fogo que deflagrou no sábado à noite em Penela, no distrito de Coimbra, de acordo com esta força de segurança.

21h00 - O governo não se fez representar nos primeiros funerais realizados esta terça-feira das vítimas do incêndio de Pedrógão Grande.

20h40 - O incêndio de Góis foi esta terça-feira o mais complicado no mapa de fogos do país, percorrendo cerca de 58 quilómetros seguidos. 

20h30 - A Comissão Distrital de Proteção Civil de Coimbra decidiu, ao fim da tarde desta terça-feira, ativar o Plano Distrital de Emergência, atendendo aos incêndios rurais que se encontram em curso.

"Atenta aos recentes acontecimentos que têm assolado o distrito de Coimbra, a Comissão Distrital de Proteção Civil de Coimbra, na qualidade de órgão de coordenação em matéria de proteção civil", tomou esta decisão durante uma reunião extraordinária, refere, em comunicado.

O Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil de Coimbra foi ativado numa altura em que se registam incêndios de grandes dimensões nos concelhos de Góis e de Penela.

19h42 - Quarenta aldeias foram esta terça-feira evacuadas no terceiro dia consecutivo de combate aos incêndios que começaram no sábado em Pedrógão Grande e Góis, numa altura em que se realizaram os primeiros funerais das vítimas.

O alastrar das chamas, que começaram no sábado naqueles dois concelhos, levaram esta terça-feira à evacuação de 13 aldeias na zona este de Pedrógão Grande e 27 povoações de Góis, onde foi ativado hoje o Plano Municipal de Emergência e estão mobilizados cerca de mil operacionais.

19h26 - Os três grandes fogos que lavram nos concelhos de Pedrógão Grande (Leiria), Góis e Penela (Coimbra) estavam, esta terça-feira, a ser combatidos por mais de 2.400 operacionais, 825 viaturas e 24 meios aéreos, segundo a Proteção Civil.

Além destes três grandes incêndios nos distritos de Leiria e de Coimbra, existem 39 fogos de menor dimensão a ser combatidos em Portugal, dispersos por diversos distritos, mobilizando um total de 624 operacionais, 191 veículos e cinco meios aéreos.

De acordo com a informação divulgada na página na Internet da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), o incêndio que envolve mais meios no terreno continua a ser o de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, que deflagrou na tarde de sábado e que se mantém em curso, encontrando-se a ser combatido por 1.215 operacionais, apoiados por 409 veículos e 15 meios aéreos.

19h15 - O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, confirmou à imprensa que nenhum aparelho aéreo ao serviço do Estado português caiu, desmentindo a informação que circulava esta terça-feira à tarde. Jorge Gomes adiantou, ainda, que 150 pessoas foram retiradas de zonas próximas do fogo. 

No teatro de operações em Góis, onde o fogo é combatido por cerca de mil operacionais, o cenário melhorou. "A situação evoluiu positivamente. As linhas de fogo estão mais reduzidas", assinalou. 

19h05 - O comandante da Proteção Civil, Vitor Vaz Pinto, confirmou em conferência de imprensa que o organismo não tem conhecimento da queda de qualquer aeronave a participar no combate ao incêndio de Pedrógão Grande. "Não temos conhecimento que nenhuma aeronave contratada pelo Estado e ao serviço da Proteção Civil tenha caído", adiantou Vaz Pinto que garantiu que a Proteção Civil confirmou a informação, motivo que atrasou o briefing desta terça-feira à tarde, realizado em Avelar.

Aludindo à possibilidade de ter ocorrido outro evento que induzisse em erro, falou na hipótese da explosão de uma 'roullote' e admitiu o envio de equipas de buscas para o local.

"Havia uma 'roullote' abandonada com botijas de gás, e eventualmente isso pode ter explodido», disse.

19h00 - Em conferência de imprensa, a Proteção Civil garante que estão no terreno 1207 operacionais, apoiados por 405 viaturas e 13 meios aéreos, de 95 entidades. 11 localidades foram evacuadas e estão em curso outras 4 evacuações.

16h21 - O Plano de Emergência Municipal foi ativado às 14h00 desta terça-feira, devido ao incêndio que lavra desde sábado à tarde no concelho. Foram evacuadas 27 aldeias devido ao alastrar das chamas. Em Pedrógão as autoridades evacuaram 13 aldeias.

15h49 - 80 bombeiros espanhóis chegam esta terça-feira a Po


























































































rtugal para ajudar no combate ao incêndio de Góis. 40 bombeiros da Galiza chegam ao nosso país por via terrestre e outros 40 operacionais de várias regiões espanholas por helicóptero.

15h20 - Chega ainda esta terça-feira a Portugal um avião Canadair proveniente de Marrocos para ajudar as autoridades portuguesas no combate aos incêndios na região centro do país. 

15h14 - 11 aldeias de Góis foram evacuadas devido ao alastrar do incêndio que lavra desde sábado no concelho e, "para já, não há necessidade" de abranger outras localidades, informou a Câmara Municipal, estimando melhorias na situação. A presidente da Câmara de Góis precisou que as aldeias já evacuadas são as de Cadafaz, Sandinha, Candosa, Capelo, Corterredor, Cabreira, Aldeia Velha, Candosa, Carvalhal do Sapo, Tarrastal e de Folgosa. Lurdes Castanheira referiu que o governante esteve, juntamente com as autoridades, a "sobrevoar toda a zona que está a arder, e pareceu-lhe que a situação tendencialmente parece estar um pouco melhor".

13h56 O comandante operacional da Proteção Civil, Vitor Vaz Pinto, disse hoje que o incêndio de Góis "é preocupante", uma vez que está a lavrar com grande intensidade, informação corroborada pela ministra da Administração Interna.

12h36 - A alastração das chamas em Góis obrigou à evacuação de um lar de isosos, pertencente à Cáritas Diocesana de Coimbra. 56 idosos foram retirados das instalações.

11h15 - O fogo que lavra desde sábado no concelho de Góis sobre um agravamento esta manhã, tendo já obrigado à evacuação de três aldeias, disse fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra. A mesma fonte disse que pode haver a necessidade, de ainda esta manhã, evacuar mais uma.

08h02 - Os meios aéreos foram mobilizados para combater esta terça-feira de manhã o incêndio de Góis e Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, informou fonte do CDOS. Durante a madrugada, por volta das 04h00, a aldeia de Braçal, no concelho de Pampilhosa da Serra, teve de ser evacuada "por precaução", retirando 15 pessoas daquela localidade, acrescentou fonte do CDOS de Coimbra.
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