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Correio da Manhã

Portugal
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Chamas voltaram a assustar Monchique

Fogo na encosta Norte da serra algarvia mobilizou 271 operacionais e 10 meios aéreos.
Rui Pando Gomes e José Carlos Eusébio 13 de Junho de 2019 às 09:16
Chamas lavraram numa zona de mato e de eucaliptal com acessos muito difíceis
Chamas lavraram numa zona de mato e de eucaliptal com acessos muito difíceis
Incêndio em Monchique
Incêndio em Monchique
Chamas lavraram numa zona de mato e de eucaliptal com acessos muito difíceis
Chamas lavraram numa zona de mato e de eucaliptal com acessos muito difíceis
Incêndio em Monchique
Incêndio em Monchique
Chamas lavraram numa zona de mato e de eucaliptal com acessos muito difíceis
Chamas lavraram numa zona de mato e de eucaliptal com acessos muito difíceis
Incêndio em Monchique
Incêndio em Monchique
Quase um ano depois do fogo que destruiu 27 mil hectares de floresta, as chamas regressaram esta quarta-feira a Monchique com um incêndio na encosta Norte da serra algarvia.

O fogo, sabe o CM, foi provocado por um morador que estava a fazer uma limpeza do terreno junto à casa.

O incêndio deflagrou por volta das 15h00 na localidade de Chã da Casinha, na freguesia de Marmelete, a norte do concelho de Monchique, numa zona próxima da fronteira com o concelho de Odemira que não ardeu no ano passado.

Segundo o CM apurou junto do presidente da Câmara de Monchique, o fogo terá começado durante uma limpeza de terreno, realizada por um morador estrangeiro, que não conseguiu apagar as chamas provocadas por fagulhas de uma máquina de corte de vegetação.

O homem, de nacionalidade inglesa, foi identificado pela GNR.

O vento forte dificultou o combate ao fogo, que lavrou em duas frentes numa zona de mato e eucaliptal de muito difícil acesso.

No combate às chamas chegaram a estar mobilizados 271 operacionais, apoiados por 85 viaturas e 10 meios aéreos, de acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

O fogo entrou em fase de resolução às 18h55.

PORMENORES 
Ministro realça rapidez
O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, realçou que em "menos de uma hora depois" do incêndio ter começado já estavam no local 10 meios aéreos. "É essa a resposta que temos de dar em cada momento, para além de uma presença fortíssima logo no terreno", argumentou o governante.

Marcelo preocupado
Segundo o CM apurou, o presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa mostrou preocupação com o regresso das chamas a Monchique e fez questão de acompanhar à distância a evolução do fogo.
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