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Correio da Manhã

Portugal
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Cidade da Maia vai ter nova centralidade

É um projecto para concretizar a longo prazo, mas vai provocar uma autêntica revolução urbana na cidade da Maia.
3 de Dezembro de 2007 às 00:00
O centro da cidade da Maia vai sofrer uma revolução
O centro da cidade da Maia vai sofrer uma revolução FOTO: António Rilo
Chama-se ‘Parque Maior’, vai ter a assinatura do grupo espanhol MRA, e vai incidir sobre cerca de vinte hectares da parte mais central da cidade maiata.
Trata-se de uma parceria público-privada, com 51 por cento do capital da Câmara da Maia, através da sociedade ‘Parque Maior’, e 49 por cento do grupo MRA.
Do projecto consta, em traços gerais, a criação de mais de quatro hectares de espaços verdes de cariz urbano, uma área de serviços, com mais de três hectares, outra idêntica dedicada a serviços públicos e uma outra, de mais de cinco hectares, destinada à habitação.
Neste particular, prevê-se a construção de 1300 casas, sendo que 570 serão destinadas ao mercado do arrendamento.
A ideia, diz o presidente da Câmara, António Bragança Fernandes, é “projectar a cidade para o futuro, com alicerces de excelência”.
Para o presidente da Sociedade ‘Parque Maior’, António Domingos da Silva Tiago, “estamos perante um projecto de altíssima qualidade que vai certamente melhorar a qualidade de vida na cidade da Maia e reforçar a coesão social”. As obras devem arrancar já no próximo ano.
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